Comunicação Política Eleitoral – ECA482 (2018 1)

Anúncio: Tec Expr Ling 2017 1
18/02/2017
Pesquisa: Apresentação
31/03/2017

ESCOLA DE COMUNICAÇÃO – ECO / UFRJ
Comunicação Social – Disciplina Complementar


ECA482 – COMUNICAÇÃO POLÍTICA ELEITORAL (30 h)
Segundas-feiras, das 11h10 às 12h50

SALA:
Estúdio TV Experimental

PROFESSOR:
Marcelo Serpa


EMENTA:

Estudo da aplicação das técnicas de propaganda aos processos político e eleitoral no planejamento de campanhas.


MATERIAL COMPLEMENTAR PARA A DISCIPLINA:

Ficha de Registro de Trabalhos Acadêmicos

Briefing do Trabalho Final

 


PROGRAMA: 

Processos eleitorais latino-americanos

A política-sedução.  

Apenas para citar alguns exemplos.

Sobre marketing e eleição

Ciência Eleitoral.

Pesquisa, pesquisa e pesquisa.

A nítida definição do público-alvo.

Como o Marketing conquistou a política e a eleição brasileiras?

Marketing e metrópole: uma circunstância básica.

Marketing e propaganda: uma confusão a evitar.

Candidato e partido: o homem e a instituição.

Marketing eleitoral e Universalidade.

Eleições e caos.

Marketing Eleitoral: um pouco de história.

Marketing Eleitoral: a administração da indiferença.

Os três estados do eleitor.

A eleição é um processo oligopolítico.

O eleitor de massa não é politizado.

O maior inimigo do Candidato é o Político.

Feliz na política, infeliz na eleição.

Eleições são as férias da política.

Perfil da eleição brasileira: urbana e populista.

Ideologia, política e eleição: três processos distintos integrados num só.

O processo político.

O processo eleitoral.

A importância relativa de cada um dos três processos

As três “Leis” fundamentais do processo eleitoral.

I. Lei da Indiferença.

Indiferença: a palavra não é forte demais?

Um exemplo clássico da indiferença.

Indiferença na Eleição brasileira: alguns exemplos típicos.

Exemplo 1. Principais problemas da população.

Exemplo 2: a abertura e o fim dos governos militares.

Exemplo 3: Constituinte e outros temas.

Exemplo 4: Anistia no Governo Figueiredo.

Exemplo 5: FHC e Jânio disputam a prefeitura de São Paulo.

Exemplo 6: nunca subestime uma anedota.

Influência provável do voto facultativo e do voto distrital.

II. “Lei” da procrastinação ou do adiamento máximo.

III. “Lei” da efemeridade.

Um exemplo típico e corriqueiro: convenções e eleições nos EEUU.

Elementos da Teoria dos Ciclos.

Conceito de Encomenda Social.

Rejeição e anti-voto: um modelo típico – Reagan x Carter.

O papel do “tertius”: Ross Perot x Os outros.

A eleição: cada vez mais é uma festa.

Como uma eleição democrática pode gerar uma ditadura.

Voto é marketing, o resto é política.

Entendendo o Planejamento?

O Candidato é a essência da Campanha.

Atividades de natureza política

Atividades de natureza mercadológica.

Os cronogramas

Organogramas

 

 

BIBLIOGRAFIA:

SERPA, Marcelo. Eleições Espetaculares: como Hugo Chavez conquistou a Venezuela. Rio de Janeiro: Contra Capa / Faperj, 2013. 208 p.

SERPA, Marcelo. PANKE, Luciana. (Orgs.). Comunicação Eleitoral: conceitos e estudos sobre as eleições presidenciais de 2010. E-book Internacional. Coleção Voto Hoje. Rio de Janeiro: Instituto CPMS Comunicação, 2011. 325 p. (ISBN 978- 85-64957008). Consultar em http://issuu.com/serpaufrj/docs/com_eleit_conceitos_e_estudos_sobre_as_elei__es_pr/1

SERPA, Marcelo. Sufrágios Espetaculares: como Hugo Chávez conquistou a Venezuela. Rio de Janeiro: ECO/UFRJ (Tese de Doutorado), 2011. 380 p.

PACHECO, Cid et.al. (org.). VOTO É MARKETING ? (II). Rio de Janeiro: Irradiação Cultural / UFRJ, 1998.

PACHECO, Cid et.al. (org.). VOTO É MARKETING ? (I). Rio de Janeiro: UFRJ, 1995.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS – COMPLEMENTAR

DOMINGUES, Caio Aurélio. Elementos de propaganda. Rio de Janeiro: PN, 1959. 106 p.

GRANDE, Rodolfo. Voto é marketing, o resto é política: estratégias eleitorais competitivas. São Paulo: Loyola, 1992.

KOTLER, P. e KOTLER, N. Political Marketing: Generating Effective Candidates, Campaigns, and Causes. In: Newman, B. (Ed.). Handbook of Political Marketing. Thousand Oaks – CA: Sage, 1978.

KUNTZ, Ronald A. Marketing político: manual de campanha eleitoral. 11. ed. São Paulo : Global, 2006. 339 p. + 1 CD-ROM (4 3/4 pol.)

LAVAREDA, Antônio. Emoções ocultas e estratégias eleitorais. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. 311 p

LAZARSFELD, Paul F. BERELSON, Bernard. GAUDET, Hazel. The people’s choice: how the voter makes up his mind in a presidential campaign. New York: Duell, Sloan and Pearce, 1944.

LORENZ, Edward Norton. Predicabilidade: o bater de asas de uma borboleta no Brasil provoca um tornado no Texas? Boston: 139o Encontro da Associação Americana para o Progresso da Ciência, 1963 (Talk presented Dec. 29 1972, AAAS Section on Environmental Sciences, New Approaches to Global Weather: GARP.  Sheraton Park Plaza Hotel, Boston, Mass).

MANHANELLI, Carlos A. Marketing Eleitoral: o passo a passo do nascimento de um candidato. São Paulo: Geração, 2010. 141 p.

MOREIRA, Geraldo Tadeu Monteiro (Org.). Manual prático de campanha eleitoral. Rio de Janeiro : Gramma, 2004. 394 p.

PACHECO, Cid. Marketing eleitoral: a política apolítica. Comunicação & política, vol. 1, ago./nov., 1994.

SERPA, Marcelo. PANKE, Luciana (Orgs.). Comunicação Eleitoral: conceitos e estudos sobre as eleições presidenciais de 2010. Coleção Voto Hoje. Rio de Janeiro: Instituto CPMS Comunicação, 2011. 325 p. E-Book Internacional Versão 1.0 PDF

 

 

 


iCPMS Comunicação © 1993 
Rio de Janeiro, RJ | ms@marceloserpa.com.br / Tel.: 98275-5555